Um mundo de oportunidades
passa pela minha janela
entre aberta, desta vida cotidiana
e enfadonha
o sol se nega a me acompanhar
neste martírio interminável de minha existência
pobre e podre
a lua toma seu lugar,
em incontáveis voltas sem volta do relógio
neste tédio terminal
apenas fecho os olhos e adormeço
esperando o próximo amanhecer
sem esperanças de ser diferente de hoje.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
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